Desde a Antiguidade, observamos que várias festividades populares eram cercadas pela valorização dos opostos que regem o mundo. Claros exemplos disso ocorre com relação ao carnaval, que antecede toda a resignação da quaresma ( preparação do ciclo pascal em que as pessoas têm quarenta dias para se arrependerem de seus pecados e se transformarem em pessoas melhores para que estejam mais próximos de Cristo na páscoa, representação de sua ressureição) e ao Halloween, que acontece um dia antes da “festa de todos os santos” justificando seu nome que é, na realidade, uma versão encurtada de "All Hallows' Even" (Noite de Todos os Santos).
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O dia primeiro de novembro, além de se o Dia de todos os Santos, marcava o fim do verão e o início do ano novo, o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto, a renovação das leis desse antigo povo.
Logo, pelo fato de 1° de novembro estar cercado de um valor sagrado e extremamente positivo em geral, os povos antigos acreditavam que o mundo seria ameaçado exatamente na véspera do evento pela ação de terríveis demônios, fantasmas, bruxas feiticeiras e criaturas mal intecionadas.
Então surge o “halloween”. Cercado por figuras bizarras, casas apagadas e decoradas estranhamente, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, pessoas fantasiadas que ruidosamente desfilavam em torno do bairro; a princípio, seria uma maneira de afastar os maus espíritos que poderiam representar ameaças nesse dia.
A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume que falava que os doces eram necessários para se apaziguar espíritos malignos (oi?) e quem se recusasse a entregá-los estaria, ao mesmo tempo, se recusando a proteger o povo, sendo, dessa forma, punido com as travessuras que não eram nem um pouco parecidas com as leves travessuras que conhecemos atualmente feita pelas crianças de filmes americanos.
Porém o que o homem, desde cedo muito ignorante e inconsequente, não sabia era que tomando todas essas atitudes eles criavam um ambiente ainda mais propício para atrair manifestações das trevas. Assim, as bruxas, espíritos do mal, demônios, fantasmas, e outras criaturas sem nome se reuniam neste dia e participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo que incentivava e proporcionava a realização dos desejos destes por mais obscuros que fossem. Todos os espíritos que morreram ao longo daquele ano voltavam e vagavam neste dia à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano; bruxas buscavam todos os tipos de pessoas para para participarem de seus rituais; os participantes, em geral, jogavam maldições, feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias objetos e causavam todo tipo de transtorno, seja para alcançar o que queriam, seja por vingança ou crueldade.
Diz-se também que para encontrar um deles é preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween em um lugar onde as práticas ainda sejam contínuas (ainda que não tenha o valor tradicional) . Então, à meia-noite, você veria um!
E até hoje, nesse dia do ano, todas essas criaturas chegam para essa festa e aguardam o melhor momento para atacarem. Desde 2009 o Halloween é considerado pelo Vaticano como uma festa perigosa carregada por vários elementos anticristãos. Para nossa sorte, no Brasil, observamos que a maioria das pessoas torcem o nariz para a comemoração do evento por entendê-lo como uma manifestação distante da nossa cultura.
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O dia primeiro de novembro, além de se o Dia de todos os Santos, marcava o fim do verão e o início do ano novo, o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto, a renovação das leis desse antigo povo.
Logo, pelo fato de 1° de novembro estar cercado de um valor sagrado e extremamente positivo em geral, os povos antigos acreditavam que o mundo seria ameaçado exatamente na véspera do evento pela ação de terríveis demônios, fantasmas, bruxas feiticeiras e criaturas mal intecionadas.
Então surge o “halloween”. Cercado por figuras bizarras, casas apagadas e decoradas estranhamente, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, pessoas fantasiadas que ruidosamente desfilavam em torno do bairro; a princípio, seria uma maneira de afastar os maus espíritos que poderiam representar ameaças nesse dia.
A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume que falava que os doces eram necessários para se apaziguar espíritos malignos (oi?) e quem se recusasse a entregá-los estaria, ao mesmo tempo, se recusando a proteger o povo, sendo, dessa forma, punido com as travessuras que não eram nem um pouco parecidas com as leves travessuras que conhecemos atualmente feita pelas crianças de filmes americanos.
Porém o que o homem, desde cedo muito ignorante e inconsequente, não sabia era que tomando todas essas atitudes eles criavam um ambiente ainda mais propício para atrair manifestações das trevas. Assim, as bruxas, espíritos do mal, demônios, fantasmas, e outras criaturas sem nome se reuniam neste dia e participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo que incentivava e proporcionava a realização dos desejos destes por mais obscuros que fossem. Todos os espíritos que morreram ao longo daquele ano voltavam e vagavam neste dia à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano; bruxas buscavam todos os tipos de pessoas para para participarem de seus rituais; os participantes, em geral, jogavam maldições, feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias objetos e causavam todo tipo de transtorno, seja para alcançar o que queriam, seja por vingança ou crueldade.
Diz-se também que para encontrar um deles é preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween em um lugar onde as práticas ainda sejam contínuas (ainda que não tenha o valor tradicional) . Então, à meia-noite, você veria um!
E até hoje, nesse dia do ano, todas essas criaturas chegam para essa festa e aguardam o melhor momento para atacarem. Desde 2009 o Halloween é considerado pelo Vaticano como uma festa perigosa carregada por vários elementos anticristãos. Para nossa sorte, no Brasil, observamos que a maioria das pessoas torcem o nariz para a comemoração do evento por entendê-lo como uma manifestação distante da nossa cultura.

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